José Paulo Fafe

Zig-zag

DE QUANDO em vez, com aquela irritante pose professoral e de pretenso “Pai da Pátria”, Diogo Freitas do Amaral resolve brindar os portugueses com um “chorrilho” de lugares comuns como se fossem as mais extraordinárias e geniais reflexões sobre a Nação. Hoje, o outrora líder da direita que conseguiu, a uma velocidade quase supersónica, cruzar o espectro político-partidário e acabar na rua, lado a lado com Francisco Louçã, a urrar contra o “imperialismo norte-americano”, escolheu o “Diário de Notícias” para fazer o já habitual e periódico “frete” ao seu último “patrão” político, que é como quem diz a José Sócrates e tenta colocar-se, também ele, como putativo candidato a Belém. Apoiado por quem, não se sabe – mas atendendo ao errático e sinuoso percurso de Freitas do Amaral já nem espantava que ambicionasse contar até com o suporte eleitoral do Bloco de Esquerda…

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