José Paulo Fafe

Uma falsa "herdeira" chamada Maria de Belém…

ANTONIO MARIA

DEFINITIVAMENTE, SEM qualquer ofensa, a D. Maria de Belém, suponho que Roseira, não se mede. Digo isto porque, cá de longe e podendo de algum modo “filtrar” alguma da informação que me chega, finalmente creio ter percebido o que se passa na cabeça de tão anódina e insonsa criatura que, de um momento para o outro alguns foram buscar à insignificância por onde sempre andou para alcandorá-la a candidata ao mais alto cargo da República.
Além de personificar o mais puro e profundo “nacional-pirosismo” nacional e de nunca na sua vida ter brindado quem quer que fosse com uma única e simples ideia que não alguma receita de bolo inglês ou coisa do género, percebemos que a D. Maria tem-se, a ela própria, em infinita e profunda consideração – o que, ainda por cima, as manifestações de apoio para que se candidate à sucessão da cavacal figura tão-pouco pouco ou nada têm contribuído no sentido da senhora ganhar algum juízo, discernimento e, já agora, a agilidade mental que se exige a alguém que lhe passe pela cabeça envolver-se em andanças desse tipo.
Mas voltando ao início deste texto, dizia eu pensa ter percebido o que vai de facto na cabecinha da sorridente senhora, especialmente nas últimas semanas… É que, por surrealista que isso possa parecer, à D. Maria de Belém, suponho que Roseira, alguém meteu na cabeça (ou será que ela pensou?!) que, após o desaparecimento físico de Maria de Jesus Soares, ela poderia “herdar” algum do papel que a antiga primeira-dama desempenhou na sociedade portuguesaa e, assim, tentar chamar para si uma certa franja do eleitorado que se revia na visão humanista, nos últimos anos profundamente marcada pela Igreja, que Maria de Jesus possuía da vida e do País! Coitada… Alguém vai ter de explicar urgentemente a esta senhora que, por muito que ela se esforce, quando muito, nunca passaria de uma versão “fake”, “pechisbeque”, tipo da feira de Carcavelos de alguém que teve uma vida e um percurso cívico, moral e até político que a D. Maria de Belém , por muitos anos que por cá ande, nunca conseguirá sequer chegar, como é vulgar dizer-se, “aos calcanhares”…
Sem qualquer ofensa ou alusão à sua diminuta estatura, a este propósito (ou melhor relativamente a estes “despropósitos” da putativa candidata presidencial) apetece recomendar-lhe, tal e qual, aos miúdos que não possuem a noção do ridículo e do que é a vida, que tenha juízo, que é como quem diz o outro, “cresça e apareça!“…

P.S. – Entretanto, a D. Maria de Belém, suponho que Roseira, já confirmou via “Facebook” a sua intenção em candidatar-se à Presidência da República. Sem querer estar “a bater no ceguinho”, talvez fosse recomendável que, no mais estrito respeito pelas regras éticas e republicanas,  a senhora renunciasse imediatamente à sua candidatura a deputada pelo Partido Socialista, ainda que ocupe o primeiro lugar da lista de suplentes no círculo de Lisboa. No mínimo ficava-lhe bem…

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