José Paulo Fafe

Uma desilusão chamada Crato


CONTRARIAMENTE AO que se esperava Nuno Crato tem sido uma das grandes desilusões deste governo, hipotecando um capital de alguma credibilidade técnica e política que possuía quando há dois anos e tal aceitou a pasta da Educação. Ricardo Costa, director do “Expresso” escreveu recentemente que “(…) com um pouco de habilidade, humildade e, já agora, conversa com os antecessores teria conseguido adaptar o seu pensamento à realidade“. É verdade. Tivesse Crato seguido o exemplo do seu colega Paulo Macedo que, ao que dizem, não toma uma única medida de fundo na pasta da Saúde sem antes escutar e aconselhar-se com o socialista Correia de Campos e tinha-se poupado a alguns desconcertantes e pouco abonatórios episódios que tem protagonizado. É que não basta, à partida, pensar-se que aparentemente ter “boa imprensa” resolve todos os problemas…

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