José Paulo Fafe

Um “telefonema” a lembrar uma vichyssoise…


SEM MARGEM para dúvidas, Marcelo Rebelo de Sousa é um patusco – para não lhe chamar outra coisa… Ontem, no final do seu tête-a-tête com a inefável D. Judite, o irrequieto professor não resistiu e, bem ao estilo do célebre episódio da vichyssoise, em tentar fazer dos (seus) telespectadores uma espécie de “paulosportas” à distância revelando um breve telefonema que supostamente teria mantido com Mário Soares (internado no Hospital da Luz) e que, afinal e a crer num post publicado no Facebook ontem à noite por João Soares, nunca ocorreu. E tal como no episódio de um inexistente jantar de constitucionalistas no palácio de Belém que Marcelo em tempos relatou em pormenor a um sôfrego Portas à porta do Hotel da Torre e onde até magicou uma também inexistente ementa onde pontificava uma célebre vichyssoise que ficaria nos anais da política nacional, desta feita o desconcertante professor arranjou maneira de meter o seu amigo Eduardo Barroso  ao barulho, garantindo ter sido este a passar o telefone ao seu tio Mário. Já agora era engraçado saber se Marcelo, ao menos, falou com o amigo Eduardo, ou se este não passou, ele também, de uma vichyssoise  versão século XXI…

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  • O lugar de porteira vagou no meu prédio! Bem sei que preferia a de costureirinha de bairro mas não vai dar! SFF poderá reencaminhar a mensagem!

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