José Paulo Fafe

Um “servicinho” dos “serviços”?

CONVENHAMOS QUE no mínimo é estranho que alguém que, além de ocupar o cargo que ocupa, tinha grandes chances em suceder a Sarkozy no palácio do Eliseu “perca a cabeça” por uma empregada de quarto do hotel onde estava alojado em Nova York e se sujeite ao vexame de ser retirado do interior de um avião da Air France, detido e conduzido a tribunal pela polícia norte-americana, arriscando-se mesmo a uma pena que pode ir dos 33 aos 45 anos de prisão. Há aqui qualquer coisa que não bate certo e “cheira-me” que este escândalo a envolver Dominique Strauss-Kahn é capaz de ter contornos que, apesar de ainda obscuros, mais tarde ou mais cedo vão tornar-se claros “que nem água”. É que isto das ciladas, armadilhas e golpes baixos dos muitos “serviços” que pululam por esse mundo fora não é só dos livros. Não é, não…

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