José Paulo Fafe

Sócrates, o PS e a rejeição…

A TESE de alguns analistas que os socialistas atingiram o seu imite nas intenções de voto tem alguma lógica. Muitas vezes, os índices de rejeição relativamente a um candidato ou a um partido são bem mais elucidativos que a intenção de voto expressa em inquérito – sejam eles telefónicos, presenciais ou em urna simulada. E de facto a rejeição que José Sócrates e o próprio Partido Socialista reúnem, não é de todo sinónimo de optimismo contagiante lá para as bandas do Largo do Rato. Mas atenção: essa rejeição e também esse voto que, à última hora, certamente escapará a um Sócrates já em versão overdose não é necessariamente um voto que vá directamente cair no “regaço” de Passos Coelho – pode mesmo vir a beneficiar uma esquerda que, contrariamente ao que muito boa gente pensa, não irá cair tão a pique quanto isso…

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