José Paulo Fafe

Patético


GRAÇAS AQUELA famosa “linha que separa(…)” da Zon, resolvi ontem num momento de ócio passar os olhos pelo apregoado momento de comentário político de Luís Marques Mendes na SIC. E por mera coincidência, fi-lo pouco tempo depois de ter assistido à prelecção dominical do irrequieto prof. Marcelo na TVI, algo que já não fazia há alguns meses. E de facto, entre os dois, existe ali uma enorme e marcante linha a separá-los – Marcelo que, concorde-se ou não com as suas opiniões e “ferroadas”, é um homem brilhante; e Marques Mendes que (coitado…) debita uma infinidade de lugares comuns que mais não são que a sua própria “prova de vida” numa tentativa sôfrega de se manter à tona de água num cenário político onde há muito deixou de contar. Chega mesmo a ser confrangedor assistir aos comentários patéticos de Marques Mendes, especialmente para quem se recorda – e não foi assim há tanto tempo… – da sua triste e desastrada passagem pela liderança do PSD e onde, entre tantas “burradas”, conseguiu entregar de mão beijada a maior câmara municipal ao Partido Socialista. Haja (algum) decoro!

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