José Paulo Fafe

O covarde


ATÉ HÁ uns dias atrás e por conhecê-lo já há alguns anos, pensei que José António Saraiva não passasse de um louco – isto apesar de uma outra safadeza que lhe conheço e que não abonam em nada relativamente ao seu carácter. Agora, depois de ler o texto  infeliz com que quis ajustar contas com um morto (algo que não foi capaz de fazer enquanto Emídio Rangel estava vivo…), percebi que Saraiva, além de mal formado, é um cobarde. E no mais que previsível dia em que algum familiar ou amigo de Rangel (ou mesmo de Margarida Marante) lhe “partir” mais do que merecidamente a cara, só se irão perder as que cairem no chão…

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