José Paulo Fafe

Não havia necessidade…

APESAR DE ser advogado (e amigo pessoal) de José Sócrates, o sempre discreto e hábil Daniel Proença de Carvalho não tinha qualquer necessidade de, a despropósito, vir tentar “deitar areia para os olhos” de quem leu a sua entrevista ao jornal “I” ao classificar o famoso plano do inner circle do primeiro-ministro em “deitar a mão ” à TVI como “tão estúpido que não me passa pela cabeça“. É caso para dizer que a quem “não lhe passava pela cabeça” ler Proença de Carvalho sair tão precipitadamente em defesa de Sócrates é a quem se habituou a vê-lo como uma referência da advocacia portuguesa e sinónimo de credibilidade. É pena…

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