José Paulo Fafe

Marina Silva


A AGORA candidata presidencial Marina Silva representa um Brasil arcaico, retrógrado, conservador, beato na pior acepção do termo. Um Brasil que tem o pior do velho Brasil do “ame ou deixe-o” e o mais insuportável de um Brasil emergente e que por vezes não consegue esconder uns naturais  toques de novo-riquismo. Sob uma capa de um ambientalismo fundamentalista e eivada de um discurso religioso ortodoxo, Marina é de um oportunismo político gritante, sentindo-se dona de um capital  eleitoral que um natural descontentamento social e urbano lhe vai garantindo a cada eleição. Ela personifica aquele discurso já rançoso dos que, de maneira oportunista, tentam “cavalgar” a desilusão e o desencanto de quem não viu os seus problemas resolvidos e dos que não hesitam em usar qualquer crítica ao sistema (por mais tola que seja…) para explorar à exaustão. Essa é a verdadeira Marina – gasta, velha e sem nada de novo para oferecer a  ninguém não ser a “exploração” da morte de Eduardo Campos e um discurso que, de tão repetitivo e sem conteúdo, não passa disso mesmo: repetitivo e sem conteúdo…

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