José Paulo Fafe

A lucidez de Eduardo Cintra Torres

O SEMPRE lúcido e excelente observador Eduardo Cintra Torres, na sua crónica diária no “Correio da Manhã” – no caso, de hoje: “O jogo terminou com Ronaldo falando para as câmaras de TV (“In-jus-ti-ça!”), como já fizera ao dedicar um golo ao filho, um sinal de preocupação excessiva com a imagem quando comparada com a preocupação com a performance na partida. Pode um jogador dar o seu melhor quando joga em simultâneo no estádio de futebol e no estádio global do espectáculo televisivo?“. É difícil resumir melhor a preocupação do “rapazolas”, sempre com um olho na bola e outro no ecrã gigante…

6 ComentáriosDeixe um comentário

  • Nem teve tomates para abrir ele o marcador nos penaltis com pânico de falhar como antes……….
    É um palhaço no campo ,na vida familiar e um triste na vida emocional. Não joga mal, mas é de longe o melhor do mundo e nem sei porque raio dizem isso dele se todos os golos na liga Espanhola são-lhe postos à frente da baliza por 10 colegas maravilhosos……

  • Sr. Hugo Correia,
    Como sou assinante da Sport TV também eu pago para ver o “rapazolas” jogar… A ele e a outros, esses que juntam ao talento mostrado no relvado uma conduta irrepreensível no seu dia-a-dia. Algo que é extremamente difícil para o sujeito em questão, que não resiste a comportar-se – ele e aquela inenarrável trupe de sequazes que o secunda – como um verdadeiro energúmeno. É isso que não fará dele, nunca, um exemplo como foram e são outros jogadores de primeira linha…

  • Sr. José Paulo Fafe,
    Quando falava em pagar era mais no sentido da mobilização que o dito jogador, por ser excecional, me poderia suscitar. Não sou um compulsivo ou um ferrenho do futebol, muito por culpa do SCP, e deixei de ser assinante. Apesar de raramente ver um jogo do princípio ao fim por falta de tempo e disponibilidade, percebi que a internet, não por culpa minha, quase tudo disponibiliza de forma escancarada, oferecendo o suficiente para se passar os olhos de vez em quando.
    O que me custa aqui, e é por isso que me dispus um pouco à provocação, é assistir aos “assassínios” de personalidade, seja de Cristiano Ronaldo, seja de outros que por aqui também se vão lendo. Eu incluo-me naqueles que gostam de ler o ZPF e que considera pertinentes muitos dos seus posts, mas quando entra nesse campo, sempre difícil de se usar uma argumentação equilibrada e justa, não posso ser mais sincero, não gosto, não aprecio. Faz-me alguma confusão!
    Também Luís Figo foi tido como um exemplo durante anos e, no entanto, dificilmente se livrará da imagem que resultou daquele encontro/pequeno-almoço em 2009. São pessoas que, por serem figuras públicas, estão mais expostas e são “esmiuçadas” ao pormenor. Faz sentido que a margem de erro e o direito ao ridículo lhes seja alargada.
    Deixe lá o rapaz…

  • O “rapazolas” na Sábado
    As histórias desconhecidas da infância de Ronaldo

    – No Inverno chovia dentro da casa onde cresceu.
    -Alimentava-se tão mal que os treinadores do clube tinham que lhe dar sopa.
    -Fechava-se sozinho no quarto a chorar porque gozavam com ele na escola.

    É assim a vida de que nasce e cresce na miséria!

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