José Paulo Fafe

I ❤ TAP


SE É possível nutrir uma paixão por uma companhia aérea, então confesso: sou apaixonado pela TAP. E é uma paixão de muitos anos, desde miúdo, daquelas paixóes assolapadas, que são mais que entusiasmos momentâneos – acho que é mesmo uma obsessão! E sou, acreditem ou não, de uma fidelidade a toda a prova: nunca na minha vida a traí, ou seja jamais a preteri a favor de qualquer outra, por mais apelativa, insinuante ou sedutora que pudesse ser. Nunca! 
E exactamente por ser uma paixão obsessiva, é que não perco uma notícia sobre a “minha” companhia – “devoro-as”, sejam elas boas, assim-assim ou mesmo más. Imaginam pois como tenho sofrido nos últimos tempos, n’é?  É que é raro é o dia em que na nossa imprensa não surja qualquer coisa tentando pôr em causa a reputação de quem tomou há muito o meu coração: ora é um avião que atrasou, outro que avariou, mais um que teve de aterrar de emergência, eu sei lá quantas coisas andam para aí a dizer da “minha” TAP. Ontem dei por mim a pensar: aqui há coisa… Será inveja? Será ciúme? Será o quê? Porque raio andam por aí a difamá-la?! Não sei, mas de uma coisa tenho a certeza: ali há gato! E um “gato” que de certeza já encontrou uma agência de comunicação para ajudá-lo nessa tarefa em tentar desmerecer a impoluta e virtuosa senhora; um “gato” que anda danado para tomar conta dela; um “gato” que não descansa enquanto não lhe puser a pata em cima. E isso irrita-me. Muito! Por essas e por outras é que esta minha paixão pela TAP está cada dia mais forte e intensa. A ponto de tecer armas por ela… En garde!

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