José Paulo Fafe

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  • Amigo Zé Paulo, tenho que te dizer que estou muito triste….O amigo do PM de alguns portugueses (cada vez menos) não veio.
    Está tão ocupado com o capanga Iraniano que já se esqueceu (quem me dera poder eu também) do “tiranito” portuga.
    Aqui o que vale é que tudo é de trazer por casa, até os ditadores e corruptos, e os que são as duas coisas…
    Pelo menos o amigo Paulo ajuda gente, mesmo que seja para depois brilhar muito, durante anos.
    Já viste que bom seria se nós fossemos ajudados assim? essa sorte só têm os mal formados, mentirosos e corruptos. Ser bom em Portugal não é boa coisa. Ser amigo menos.
    Vais parar aos leões em minutos.
    Alguns políticos fazem-me lembrar a Rainha da “Alice nos País das maravilhas”. Louca, a tudo tinham que dizer que sim ou a frase mágica seria ouvida: “CORTEM-LHE A CABEEEEEEEEEEEEEÇAAAAAA”..pois…é mais ou menos isso.
    Menos mal que acreditamos em Deus, pois Esse tudo vê e sabe.
    Já parece o Freitas, que Amaral ficou só para o Domingos. PR? sei…Deve ser para rir. Alegres há muitos, mas viúvas há poucas.
    Ontem ouvi a Roseta falar muito mal dos Socialistas e do PS. Aquilo até parecia verdade. Deve pensar que ao falar assim, exorciza o mal que fez a Lisboa metendo lá o pior que jamais se viu na Capital.
    O poder é algo que mata…tudo, até as amizades. Depois os anos passam, a carinhas larocas ficam horríveis, e a solidão aperta.
    Há pouco ouvi uma Senhora dizer o pior que possas imaginar de uma mulher…Hoje estão á espera da nova lei do casamento, aquele que lhes permitirá casar as duas. Isto sim é poder!
    Como a minha forma de escrever é ,como dizer…difícil, até já me chamaram “palerma”.Portugal é isso mesmo. Ficou definido. Se não entendemos o que lemos ou ouvimos, por ser estúpidos, chamamos palermas a quem se exprimiu.
    Melhor seria pedir explicações, como se fossem muito loiras. Eu peço. Sempre. Por isso aqui estamos…pois…
    “La cumbre” de Cascais gastou mais dinheiro em 24h que as Instituições de solidariedade portuguesas durante um ano. Mas isso não interessa nada agora. O que importa mesmo é fazer de conta. Fingir que Sócrates não partiu um prato. Fingir que Cavaco está com o Governo. Fingir que estamos a viver uma democracia saudável. Fingir que somos todos iguais…..livres…cá na República.

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