José Paulo Fafe

“Com a alma em sangue”… Lembram-se?

REUNIDOS ALI para os lados do Príncipe Real, “cagaréus” e “mulas” resolveram resuscitar o chamado “caso Moderna” e mesmo lançar – sempre a coberto de acobardados pesudónimos – desafios ao autor deste blogue no sentido deste esclarecer supostos estatutos processuais relacionados com o complexo processo judicial que agitou o nosso País em finais da década de 90. E dado eu raramente virar as costas a um desafio e apesar deste ser anónimo e obviamente acanalhado, não resisti a ir aos meus arquivos e notas que dão sempre um “jeitão” quando queremos relembrar datas e factos. E vejam lá que a 7 de Abril de 2003, já o julgamento no Tribunal de Monsanto ia a mais de meio, deparei com uma notícia da “Lusa” e em que, numa “carta-aberta”, o principal arguido no processo escrevia qualquer coisa como isto: “(…) Não é legítimo alguém exigir a outrem, na minha desgraçada situação, mais sacrifício. Não posso, aliás, a bem da verdade que assumi respeitar perante o Tribunal, ocultar por mais tempo factos pouco conhecidos e por ninguém esclarecidos, nem, tão pouco, assumi-los como de minha responsabilidade. É com a alma em sangue que o faço. Na mais completa solidão(…)”. Vou puxar pela cabeça e ver se consigo lembrar-me do que se passou a seguir… ‘Tá combinado?

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