José Paulo Fafe

Aquilino Ribeiro Machado


UM HOMEM bom, um cidadão exemplar, uma figura ímpar de um Portugal que vai desaparecendo aos poucos. Conheci-o praticamente desde que nasci e dele guardo uma imagem de uma coerência e postura irrepreensíveis. Com o seu desaparecimento – tal como sucedeu há uns meses com Maria Keil – vai-se embora um bocadinho da minha infância. É nestes momentos que, como canta Pablo Milanés, sentimos que nos vamos poniendo viejos… 

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