José Paulo Fafe

A eterna gratidão do camarada Zézito…


ENGANEM-SE OS que supunham que José Sócrates pecava por ingratidão. Basta ter assistido ao seu espaço televisivo de ontem à forma célere e quase selvática como o antigo primeiro-ministro saltou em defesa do seu camarada Vítor Constâncio para perceber que afinal Sócrates é alguém que não esquece quem no momento certo lhe estendeu a mão… Ou será que já ninguém se lembra das mal-amanhadas contas que o então governador do Banco de Portugal fez relativamente a um défice orçamental supostamente herdado pelo primeiro governo de Sócrates e que serviu para que este justificasse as mil e uma promessas não cumpridas da campanha eleitoral? Pois é…

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